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  • Stenio Moura

COVID-19: E as pessoas nisso? E nós nisso?


Muitas movimentações nos negócios estão sendo feitas nesse momento de incertezas quanto ao impacto do Corona Vírus.

Eventos de grande porte sendo cancelados, parques da Disney sendo fechados, empresas fazendo revezamento de home-office.


Enfim, todo mundo preocupado com a proliferação do vírus em tamanhos incomensuráveis.Como diz Simon Sinek, “Se você não entende de pessoas, não entende de negócios” - negócios são feito de pessoas.

Antes de liderarmos negócios, lideramos pessoas, porque sem pessoas não há negócio.


Então qualquer medida que for tomada precisa ser pensando nas pessoas antes e não nos negócios. Entendo os impactos financeiros e mercadológicos dessa crise, claro. Há uma semana recebo mais de 20 emails por dia só com análises financeiras, publicitárias, mercadológicas sobre os impactos do vírus nos negócios.


Mas o que ainda não estou vendo é a discussão sobre a quantidade de demissões que acontecerão nesse momento por falta de dinheiro no mercado, pela queda abrupta do crédito que acontecerá, entre outros. Ou seja, todos os impactos mercadológicos apontarão para um lugar só: PARA AS PESSOAS. PARA NÓS.


Para fazermos um breve retrospecto, temos alguns exemplos de outras crises e o impacto nos empregos por exemplo. No crash de 1929, Estados Unidos tinham uma taxa de desemprego pré-crise de 4% e pós-crise disparou, alcançando 27%.

No Brasil, mais recentemente, em 2008, o mercado de trabalho passava por um momento favorável para padrões brasileiros quando foi atingido pela crise, como se verifica pela taxa de desemprego, que se encontrava em 7,1%, e quando fomos atingidos, a taxa de desemprego, ou de desocupação, saltou para 8,3% em 2009. (Para se ter uma ideia, hoje a taxa de desemprego está em aproximadamente 11%).


Então, as perguntas que ficam são:


Como enfrentaremos essa crise que nos atingirá agora?

O que ficará depois?

Mais empregos destruídos? Ascensão ainda maior do empreendedorismo forçado mais uma vez?Como ficará nossa saúde mental com tudo isso?

Como lidaremos com as pressões no período atual e no pós-crise.

Depois de tudo, quanto teremos que correr para apagar o prejuízo desse tempo de baixa?


E as pessoas nisso?

E nós nisso?


Stenio Moura

Business Leader


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